Esclarecimentos de Luís Paulo de Sortelha

Não é meu hábito responder a quem nunca nada fez nem em Sortelha nem no resto do concelho a não ser criticar. Mas como foi aqui dito e escrito que nada tinha sido feito para ajudar as senhoras que vendem o artesanato em Sortelha entendi responder ao artigo do senhor Joaquim Tomé com o título «Falta a varinha de condão, versão 2 ou lado B».

Luís Paulo -  SortelhaNão sei quem foi o informador que levou à publicação de um artigo do senhor Joaquim Tomé sobre a falta de condições das artesãs de Sortelha. Posso garantir que enquanto Presidente da Junta de Freguesia de Sortelha sempre que nas épocas de Verão as senhoras do artesanato pediam para se fazerem sombras prontamente a Junta correspondia à solicitação.
O local para os tempos de Inverno seria muito mais fácil porque o espaço que lhes foi agora entregue já lhes estava destinado desde o meu mandato como Presidente da Junta de Freguesia de Sortelha. Durante oito anos esperámos que alguém o solicitasse. Pelos vistos até parece que só agora com a sua chegada e alguém mandatado é que as coisas aconteceram.
Mas não sou eu que lhe vou dizer se foram feitas melhorias ou não nestes oito anos pelos residentes e por quem visita Sortelha. Mas também não concordo com quem chega a Sortelha e passado pouco tempo venha opinar sem saber do que está a falar ou sem ouvir todas as partes envolvidas.
Até hoje ninguém me perguntou o que quer que seja sobre o assunto do espaço atribuído às senhoras do artesanato. Se isto tivesse sido feito não seria necessário nem o artigo do senhor Joaquim Tomé nem eu estaria agora a sentir a necessidade de dar esta resposta.
Mas como solicitei esse direito e ele me foi imediatamente concedido nunca poderia ficar sem dar esta explicação.
E vou terminar com um pensamento: «As críticas vêm sempre de quem nunca nada fez para as resolver.»
Luís Paulo
(anterior presidente da Junta de Freguesia da Aldeia Histórica de Sortelha)

13 Responses to Esclarecimentos de Luís Paulo de Sortelha

  1. Nide diz:

    Eu sou uma das artesãs que vende os seus produtos em Sortelha, onde também resido.
    Caro sr.ex-presidente da junta de Sortelha:
    Várias vezes lhe foi solicitado um local abrigado onde eu e as outras artesãs pudéssemos acolher e vender os nossos produtos aos inúmeros visitantes, que por aqui passam.
    Nunca o senhor, nas varias abordagens que eu fiz, se mostrou interessado ou disponível para debater e analisar o assunto.
    Obviamente refiro-me ao período do seu mandato.
    Em relação ás faladas sombras prontamente disponibilizadas pela junta de freguesia, devo dizer, que no Verão essas sombras não eram solicitadas, no Verão tinhamos a magnifica sombra natural do Lodão existente no largo do Corro.
    Essas sombras que refere foram erguidas para eventos pontuais, como o caso do festival de ranchos e logo desmontadas quando do final do evento, apesar de ser solicitado por mim e pelas outras artesãs que ficassem por um período mais longo.
    E, continuo a não compreender se o espaço que agora nos foi facultado, se já no tempo do seu mandato nos era destinado, porque razão continuavamos, nós, as artesãs de Sortelha a vender os nossos produtos debaixo de um alpendre ao frio e á chuva?

  2. kim tomé diz:

    Pensei muito se merecia resposta, mas como fez questão de ser no mínimo injusto, grosseiro e faltar à verdade dos factos no seu post, referindo o meu nome de forma que considero um tentativa de me intimidar, venho então responder ao Senhor Luís Paulo na sua Qualidade de EX-PRESIDENTE da Junta de Freguesia de Sortelha, dai o tratar por V. Exa. pois remete este meu comentário para a sua pessoa no exercício de um cargo público.

    a – No meu artigo “Falta a varinha de condão – «versão 2 ou lado B»” a que V. Exa. Faz referência, apenas se pretende contribuir com um exemplo concreto de como com pouco se faz muito, estando o referido artigo inserido na continuação de uma saudável discussão (debate) que no Blogue Capeia Arraiana tem acontecido sobre o Sabugal.

    b – Todas as afirmações produzidas no meu artigo anteriormente referido foram por mim testemunhadas ou obtidas e confirmadas junto dos intervenientes, existindo provas do que afirmo, testemunhais e ou documental.

    c – Não tinha como objectivo atingir V. Exa. Senhor Ex-Presidente da Junta de Freguesia de Sortelha, a minha intenção era enaltecer uma boa governação do bem comum da actual equipa, que pode servir como um bom exemplo, pelo que é de estranhar que V. Exa. se tenha abespinhado tanto com o facto de eu referir e elogiar algo de bom.

    d – Espera-se de um governante, que faça uma gestão do bem comum em prol da sociedade gerindo os recursos em defesa das populações e do património.

    Declarados estes pressupostos vamos então esclarecer os leitores e V. Exa. sobre o seu texto, refutando o que afirma e colocando directamente a V. Exa. algumas questões adicionais.

    1 – Escreve V. Exa. – “Não é meu hábito responder a quem nunca nada fez nem em Sortelha nem no resto do concelho a não ser criticar.”

    Esclareço eu – Em primeiro lugar não coloco no meu texto qualquer questão, pelo que não mereço nem se justifica qualquer resposta de V. Exa.
    Por outro lado revela V. exa. má fé na sua afirmação em que afirma que nunca nada fiz em Sortelha ou no concelho.
    Ora então vamos lá ver porquê.
    V. Exa. sabe porque já por diversas vezes falamos disso, que eu recuperei e valorizei um espaço que estava desqualificado e abandonado à porta do Castelo do Sabugal, contribuindo efectivamente para a valorização da zona histórica do Sabugal, para a inclusão digital das populações, sendo o primeiro local do Concelho do Sabugal a efectivamente disponibilizar livremente o acesso a computadores e à Internet aos nossos conterrâneos e a quem nos visita.
    Sabe V. Exa. e é do seu conhecimento que tenho estado na criação e organização de diversos eventos que têm sido organizados no Sabugal e em Sortelha que têm unicamente em vista a promoção e valorização do património cultural e histórico, tendo inclusivamente o Senhor fornecido pessoalmente algumas informações que no futuro podem ajudar a compreender melhor a história de Sortelha, no âmbito dessas minhas buscas.
    Sabe V. Exa. e é do conhecimento publico que realizei e continuo a realizar milhares de fotografias que têm como objectivo a obtenção de BOAS IMAGENS que promovam a nossa terra, sendo por mim disponibilizadas na Internet sob licença C.C.
    Sabe V. Exa. também que tudo isto tem sido realizado sem qualquer apoio, pois em algumas das conversas que tivemos oportunidade de ter, já por diversas vezes lamentei esse facto.
    Por tudo isto a sua afirmação só se pode ser considerada como uma denuncia de evidente MÁ FÉ da parte de V. Exa. ao fazer a afirmação que faz.

    2 – Escreve V. Exa. – “Não sei quem foi o informador que levou à publicação de um artigo do senhor Joaquim Tomé sobre a falta de condições das artesãs de Sortelha.”

    Esclareço eu – Não uso informadores.
    Esse conceito dos Informadores é muito Inquisitorial e faz-me lembrar os “autos de fé” que durante séculos condenaram muitos à fogueira.
    Eu converso com as pessoas oiço-as e tiro as minhas conclusões.
    E o que levou à publicação do meu artigo foi o puro exercício de liberdade de opinião e participação, e como já antes referi a apresentação de um bom exemplo como contributo para uma saudável discussão sobre o Sabugal que aqui no Capeia se tem desenrolado.
    Tem alguma coisa contra o facto de eu falar com as pessoas da minha terra?
    Tem alguma coisa contra a minha intervenção cívica?
    Tem alguma coisa contra o facto de no meu entender ser humana e socialmente benéfico, a sociedade disponibilizar um espaço digno, para quem tenta ganhar a vida recebendo bem quem nos visita?
    E, se V. Exa. não leu o meu artigo, devia ter lido! porque a única coisa que eu escrevo é enaltecer o bom trabalho realizado pela actual equipa em prol de um Sabugal melhor e das pessoas que agora podem receber dignamente quem visita Sortelha.
    Será que tanta animosidade da parte de V. Exa. se deve ao facto de em oito anos nada ter sido feito?
    Aí o culpado deste facto, desculpe lá, mas não sou eu, não são as “senhoras”, nem é a actual equipe que resolveu o problema.
    Factos são factos.

    3 – Escreve V. Exa. – “Posso garantir que enquanto Presidente da Junta de Freguesia de Sortelha sempre que nas épocas de Verão as senhoras do artesanato pediam para se fazerem sombras prontamente a Junta correspondia à solicitação.”

    Esclareço eu – Assisti portanto sou testemunha, tenho fotografias e ouvi os lamentos durante anos das Senhoras que ali no largo sofriam as agruras dos extremos meteorológicos.
    Assisti eu e milhares de turistas que observavam, quantas vezes com indignação aquela situação confrangedora.
    E não era apenas de Verão.
    As pessoas necessitam de fazer pela vida o ano todo, sabia?
    E no Inverno V. Exa. não via as “senhoras” lá?
    Eu via!
    Não tenho capacidade humana para perceber porque razão V. Exa. que passava ali muitas vezes a caminho da sua loja de antiguidades, nunca sentiu necessidade de alterar a situação daquelas pessoas.
    Insensibilidade?
    Falta de visão?
    Eu sei que por diversas vezes foi pedida a solução deste problema, foi-me contado em lamento pelas “Senhoras” que V. Exa. refere.
    E os únicos abrigos que lá vi e tenho fotos, foram colocados por altura de um evento e foram retirados de imediato.
    Lembro-me de na altura, ter ouvido o lamento “das Senhoras” a dizer que “podiam deixar ali os abrigos e retiraram-nos”.
    E devo questionar V. Exa. que, passando ali, a caminho da sua loja, ou das casas de que cuida, todos os dias,não lhe doía o coração de ver pessoas tentando sobreviver naquelas condições, tendo a consciência que podia fazer algo para resolver ou melhorar a situação?
    Estava V. Exa. à espera que repetidamente lho solicitassem?
    No mínimo demonstra V. Exa. uma enorme falta de sensibilidade para a boa gestão da coisa publica e uma enorme falta de humanidade e consideração pelos conterrâneos governados.

    4 – Escreve V. Exa. – “O local para os tempos de Inverno seria muito mais fácil porque o espaço que lhes foi agora entregue já lhes estava destinado desde o meu mandato como Presidente da Junta de Freguesia de Sortelha. Durante oito anos esperámos que alguém o solicitasse.”

    Questiono eu – Se estava destinado, se era fácil, então porque não foi feito em OITO ANOS?
    O resto do que tenho a dizer sobre este facto, reconhecido por V. Exa., remeto para o ponto anterior.

    5 – Escreve V. Exa. – “Pelos vistos até parece que só agora com a sua chegada e alguém mandatado é que as coisas aconteceram.”

    Esclareço eu – Não foi com a minha chegada, foi com a chegada da nova equipa que governa o bem comum em Sortelha, e eu nada tenho a ver com isso, quem os escolheu foi o povo de Sortelha.
    E parece que bem, diga-se em abono da verdade, tendo em consideração a situação presente.
    Eu em plena consciência declaro que nada tive a ver com a solução do problema, o mérito pertence todo à nova equipa da Junta de Freguesia de Sortelha.
    Eu apenas constatei um FACTO e utilizei-o como um bom exemplo de boas práticas que podem ser vistas no nosso concelho.
    Nem percebo porque V. Exa. me quer incluir na solução do problema que demorou oito anos a resolver, mas se tivesse algo a ver com isso, teria orgulho em solucionar de forma tão rápida e simples uma questão como esta.

    6 – Escreve V. Exa. – “Mas também não concordo com quem chega a Sortelha e passado pouco tempo venha opinar sem saber do que está a falar ou sem ouvir todas as partes envolvidas.”

    Esclareço eu – Não concorda que eu opine?
    Isso apenas demonstra o seu conceito de democracia.
    Eu então, concordo que qualquer pessoa ponha em causa tudo e opine sobre tudo, é o meu conceito de democracia.
    No meu conceito de democracia e de aceitação do outro, até os que não concordam com a liberdade de expressão, como V. Exa., têm direito à palavra.
    E quanto a não saber do que falo, SEI SIM! se não soubesse não falava.
    E também ouvi V. Exa. apesar de já não se recordar.
    Mas não seria necessário ouvir, eu fui como milhares de pessoas, testemunhas do mal e do sofrimento que as “senhoras” ali passaram durante OITO ANOS como V. Exa. reconhece.

    5 – Escreve V. Exa. – “Até hoje ninguém me perguntou o que quer que seja sobre o assunto do espaço atribuído às senhoras do artesanato. Se isto tivesse sido feito não seria necessário nem o artigo do senhor Joaquim Tomé nem eu estaria agora a sentir a necessidade de dar esta resposta.”

    Esclareço eu – Ninguém perguntou e nem deve ser necessário perguntar.
    Pelo que escreve e pelos oito anos em que nada foi feito já se advinha qual a sua opinião.
    Factos são factos, e o facto é que como afirmo e V. Exa. reconhece em OITO ANOS NADA FOI FEITO e agora fez-se!
    A nova Equipe, sim! é responsável e fez o que V. Exa. não fez durante oito anos como se pode ler nas suas palavras.
    Ainda queria que lhe fossem pedir autorização? > “Até hoje ninguém me perguntou o que quer que seja sobre o assunto do espaço atribuído às senhoras do artesanato”
    Desculpe que lhe diga mas, se ainda não deu por isso a verdade é que V. Exa. é o EX-Presidente da Junta de Freguesia de Sortelha, não é o centro do mundo e como tal já não é havido nem achado na resolução da questão.

    6 – Escreve V. Exa. – “E vou terminar com um pensamento: «As críticas vêm sempre de quem nunca nada fez para as resolver.»”

    Esclareço eu – V. Exa. deve ter esta ultima frase como mote de vida.
    Eu faço muito para resolver muitas coisas e ninguém me paga por isso, V. Exa. teve o poder de resolver a situação, ganhava para isso do erário publico e não o fez em oito anos.
    Lamentável facto.

    Em jeito de conclusão devo dizer a V. Exa. que:
    O seu artigo é apenas a constatação que:
    – de facto durante oito anos V. Exa na sua qualidade de Presidente da Junta de Freguesia de Sortelha tinha conhecimento e consciência das dificuldades que estas senhoras sentiam.
    – de facto V. Exa. podia ter feito e nada fez para resolver a situação em oito anos.
    – de facto V. Exa. vem agora tentar fazer crer que tinha em vista fazer o que nunca fez.
    – de facto V. Exa. não gosta de quem enaltece o bem que outros fazem e considera isso uma agressão contra si.

    Mas, eu tenho algumas questões que gostaria de lhe colocar pessoalmente, uma vez que se pôs a jeito e disponível para responder.
    Venho então dar agora a V. Exa. a oportunidade para responder a estas questões publicamente, para que nunca me acuse de não auscultar as suas razões.

    Sabia V. Exa. que uma das “Senhoras” que ali estava ao frio, de seu nome Alice Moreira, realizou uma peça de artesanato que foi premiada num concurso nacional a nível da região centro?
    Sabia V. Exa. que para algumas daquelas pessoas, o pequeno negócio que ali realizam é o sustento da família?
    É ou foi V. Exa. membro da entidade que gere as aldeias históricas?
    Sabia ou sabe V. Exa. que uma das condições para a classificação de Sortelha como Aldeia Histórica foi acabar com as antenas de televisão dentro do perímetro muralhado?
    É V. Exa. responsável pela colocação destas sete antenas dentro do perímetro da Aldeia Histórica de Sortelha?

    V. Exa. começa por dizer que não é seu habito responder quando eu não lhe tinha colocado qualquer questão.
    Pois agora coloco-lhe estas questões directa e frontalmente e faça lá o favor de responder, para que todos saibamos da sua razão.

    E por aqui me fico, por ora a aguardar a resposta a estas questões.

  3. Luís Paulo diz:

    Não admira que esta senhora venha em defesa porque foi ela a única informadora do artigo. Mais quando vinha reclamar à Junta de Freguesia e com razão de o fazer que havia papéis espalhados pelo vento e outros assuntos nunca nos foi solicitado o espaço onde hoje estão.
    A Junta de Freguesia de Sortelha era constituída por três elementos e nenhum dos três teve qualquer abordagem a esse respeito.
    LP

  4. JP diz:

    Mas é necessário solicitar um espaço já destinado? As pessoas não veem o que se passa, e não falam entre si?
    Ou Sortelha é um meio assim tão grande, que não se dão conta da situação das artesãs? Essa solicitação não podia ter sido antes esta frase: “Caras artesãs, temos um sítio onde podem estar no inverno, não se querem mudar pa la?” penso que uma simples conversa de rua tinha resolvido a questão da “solicitação”.

  5. Nide diz:

    Eu venho apenas em defesa da verdade. Há que apontar os factos sem os tentar colorir da forma que melhor lhe convêm. Nós, eu e as outras artesãs de Sortelha vendia-mos o nosso artesanato na rua. Era um facto visivel por todos, inclusive por si tambem.
    E saiba o senhor Luís Paulos que eu não fui a informadora de nada. Mas concordo inteiramente com tudo o que o sr. Joaquim Tomé escreveu.

  6. J. Fonseca diz:

    Foi com surpresa que li estes comentários e, apenas, quero deixar duas notas:
    Será que já não há homens em Sortelha para dar uma corrida a um papagaio vaidoso que nada sabe da nossa terra?….
    Luis Paulo, as pessoas conhecem-te, sabem quanto já fizeste pela terra, não percas a coragem…
    Participa desse indivíduo, leva-o a tribunal para vermos quem são, afinal, as testemunhas que apresenta.
    Isto é um insulto ao povo de Sortelha!…
    Conta comigo.

    • kim tome diz:

      1 – Insulto ao povo de sortelha foi deixar pessoas naquelas circunstâncias durante oito anos, ou para si as senhoras não são “povo de Sortelha”?.
      2 – Isto tudo porque eu elogiei o trabalho bem feito de outras pessoas que no mínimo se reveste de grande humanismo?
      3 – Até nem era má ideia processar-me assim tinhamos oportunidade de falar doutras coisas.
      4 – “Papagaio vaidoso” gostei da ideia como alcunha, só não tem nada a ver comigo, não sou papagaio e muito menos vaidoso. Mas as tantas se fica satisfeito faça o favor.
      5 – Quanto a “dar uma corrida” faça o favor de o por em prática, alias depois desta ameaça declarada e pública, se isso acontecer será o senhor chamado pois publicamente aqui me faz uma ameaça directa.
      6 – É profundamente vergonhoso que eu ao fazer um elogio a outra pessoa seja alvo destas situações.
      7 – Fica aqui demonstrado que aqui no Sabugal quem se mete com os poderosos nem que seja a elogiar um bom trabalho é alvo destas coisas, quando assim é aqui publicamente pode o mundo imaginar o que é para quem cá vive, por isso as pessoas aqui têm e vivem com medo.

      Vergonha!
      Deviam ter vergonha… mas não têm!

  7. As ameaças fisicas vêm de quem não se consegue defender com argumentos.
    É de muito mau nivel estar a ameaçar alguém com “dar corridas” a outra pessoa, quando essa pessoa apenas enaltece a própria terra onde se está a viver, com provas dadas e bastante visiveis.
    Não, não sou do Sabugal nem inspiro a ser, pelo menos enquanto correr o risco de ser ameaçado por alguém por querer dar valor a uma terra que acho que seja de valor mesmo que não seja a minha, como se eu fosse de outro País…

    Vai daqui uma palavra de força para o meu grande amigo KIM que muito tem lutado por essa terra que vocês dizem que ele não sabe nada, quando afinal se está a descobrir que nem as próprias pessoas da terra sabiam de algumas das suas riquezas! Mas que agora as estão a descobrir não só, claro, com o apoio do KIM, mas também com uma mudança de mentalidade geral que tem havido com alguns intervenientes neste blogue e que se tem instalado no Sabugal. Continuem com o bom trabalho e não se deixem demover por (“ameaças”).

    Um grande bem-haja.
    >DN

  8. Soares diz:

    Desde o 25 de Abril que foi abolida a censura e a opressão sobre a opinião publica, por isso força Kim Tomé! Por outro lado, Luis Paulo, não se intimide, também fez coisas boas concerteza em Sortelha, mas ninguém é perfeito. Estes conflitos saudáveis também servem para dinamizar a própria aldeia, ou não!? Desde que nao se ultrapassem os limites!!! Força aos dois…mas não se matem!;)

    • kim tomé diz:

      Eu pelo meu lado sei ter um relacionamento cordial.
      O meu objectivo é SEMPRE melhorar, procurar coisas que estão mal e procurar solução.
      Por esta razão me congratulei pelo facto de um problema com oito anos ter sido resolvido em poucos dias.
      Não esperava que o facto de uma pessoa se congratular porque um problema, que não passava de uma questão de humanismo, causasse tanta celeuma, chegando ao ponto de haver ameaças. Contudo, eu tenho estofo para aguentar essas investidas.
      Sei que nem todos tem sentido humanista suficiente para perceber que o semelhante sofre, portanto sei que ao longo da vida todos vamos encontrar pessoas com essa disfunção.
      É assim o ser humano, cada um tem um papel, uns ficam contentes porque há alguém melhor, outros revoltam-se por isso.
      O que foge ao meu entendimento é quando uma coisa boa é transformada assim numa novela mexicana.
      Às tantas passam demasiadas novelas na TV.
      🙂
      Seria mais útil se as pessoas tivessem o mesmo empenho que aplicam nestas coisas negativas, para construir coisas positivas.

  9. Alice Gomes diz:

    É de lamentar que aconteçam este tipo de provocações.
    Não Sou de Sortelha,mas posso confessar que sinto ter uma costela de lá embora não resida lá, pois o meu marido sim é de lá.
    Gosto desta aldeia mais do que a minha própria cidade.
    Pelo que conheço do Sr. Luis Paulo posso afirmar sim que no seu mandato fez muito por Sortelha.Conheci pela 1ª vez Sortelha á 16 anos e sim tenho acompanhado o evoluir da mesma assim como também vi as artesãs a fazerem a sua actividade no largo do castelo.Não teria sido mais facil terem reunido com a junta de freguesia para chegarem a um acordo formal? E aí acredito que já teriam o lugar certo para o vosso trabalho.
    Aqui onde residúo, as coisas funcionam assim poi, não é o presidente da junta que anda a ver as condições em que as pessoas trabalham.
    Peço desculpa mas na minha maneira de ver as coisas, pareçe existir aqui alguma rivalidade.Não é necessário pois Sortelha é uma aldeia tão pequena e com gentes muito boas.
    Sr. Luis paulo parabéns pelo que fez em Sortelha e acredito que mesmo estando fora da junta saberá como continuar que Sortelha seja dignificada. Muita força.
    Cumprimentos Alice

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